Obras


  • DITOS E MALDITOS – DESEJOS DA CLAUDURA (2011)
    Sinopse do espetáculo: “DITOS MALDITOS: Desejos da Clausura” é o novo processo de pesquisa e criação da Terpsí Teatro de Dança que recebeu o Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna 2008. Refere-se às inquietudes sobre o amor, solidão, poder e morte que perpassam as obras de escritores e artistas considerados malditos como: Jarry (Ubu Rei), Beckett (A Cadeira de Balanço), Alan Poe (O Corvo), Caio Fernando Abreu, Augusto dos Anjos, e interferência de Sartre, Duchamp e Van Gogh. A proposta busca enfocar a ambigüidade dos personagens que é desvendada a partir do olhar do observador. “Desejos da Clausura” surgiu dos desejos da própria Terpsí Teatro de Dança e dos espectadores que colaboraram durante a Instalação Coreográfica em 2008/2009. Dessa forma foi surgindo a imagem de desejos congelados em um frigorífico que evidenciam o paradoxo entre, o congelar para preservar e o congelar para destruir salvaguardando a morte que serve de alimento para a vida. Através de alguns “ditos populares” busca-se o alívio para justificar o maldito e o não dito que se apresenta por meio de metáforas. Assim como BECKETT diz: “Mais uma vez…”. POE diz: “Nunca mais!”. Quando nos percebem ou nos percebemos malditos? Existe um maldito limite que nos enclausura em um não dito? Qual o seu desejo?

    FICHA TÉCNICA:
    – Intérpretes Colaboradores: Angela  Spiazzi, Gabriela Peixoto, Raul Voges, Edson Ferraz, Gelson Farias, Francine Pressi.
    – Participação Especial: Suzana Schoellkopf
    – Direção e Concepção: Carlota Albuquerque
    – Orientação de Ensaios e professora Convidada: Simonne Rorato
    – Preparação Física: Anjos do Corpo
    – Criação de Luz: Guto Greca e Bathista Freire
    – Trilha incidental: Alvaro Rosacosta
    – Trilha pesquisada: Terpsí Teatro de Dança
    – Figurinos: Anderson de Souza
    – Cenário: Terpsí Teatro de Dança. Coordenação do cenário e criação da escada: Raul Voges
    – Cenotécnico: Paulinho Pereira e Luiz Paulo Cardoso
    – Assistentes de Montagem e Palco: S.O.S Daughters (Anita, Clara e Joana)
    – Montagem e Edição de Áudio: Murilo Assenato
    – Operação de Luz: Bathista Freire
    – Descrição do Processo de Criação (Caderno Registro): Wagner Ferraz
    – Fotógrafo: Cláudio Etges;
    – Assessoria de Pesquisa: Processo C3;
    – Direção Administrativa: Angela Spiazzi;
    – Elaboração de Projetos Culturais: Azzis, projetos, consultores e produtores associados Ltda e Wagner Ferraz – Processo C3;
    – Colaboração audiovisual: Elektrola Visual;
    – Instalação de arte “Fitos dos Desejos”: Coletivo Arquivo Temporário
    – Assessoria de Imprensa: Sandra Alencar;
    – Duração do espetáculo: 50’.
  • DITOS E MALDITOS – DESEJOS DA CLAUSURA (2009)
  • DITOS E MALDITOS – INSTALAÇÃO COREOGRÁFICA (2008)
  • MULHERES INSONES (2006)

Produção e Realização: Jogo de Cena
Dramaturgia e Direção: Decio Antunes

Parceria com a Terpsí Teatro de Dança.

Prêmio Quero-Quero de Melhor Espetáculo de Dança, Cenário, Figurino e Iluminação. Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo de Dança, Cenário, Figurino, Iluminação e Trilha Sonora Original. Troféu RBS Cultura como Melhor Espetáculo pelo Júri Popular de 2006.

  • E LA NAVE NO VA II (2003)

Versão palco Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Trilha Sonora, Figurino, Cenário e Iluminação.

  • E LA NAVE NO VA I (2001)

Versão urbana no aeromóvel.

  • O BANHO (2001)

Prêmio Açorianos de Cenário, Figurino, Iluminação. Prêmio IEACEN de Produção de Dança e Prêmio FUNARTE de Produção de Dança.

  • A FAMÍLIA DO BEBÊ (1999)

Prêmio Açorianos de Melhor Cenário, Figurino, Iluminação e Trilha Original.

O espetáculo A Família do Bebê, da Cia. Terpsí Teatro de dança foi criado para o público infantil. Com um sutil percurso do ventre ao ambiente familiar, Carlota Albuquerque conduziu sua coreografia a um ambiente lúdico e fantástico, onde emergem seres da fauna brasileira e objetos reciclados. O cenário, criado por Zoé Degani, utiliza materiais recicláveis, assim como a “orquestra de latinhas”, com a qual o público interage e se diverte ao som da trilha sonora original composta por Gustavo Finkler. Esse espetáculo também inclui obras do compositor Villa-Lobos. Uma enorme cama elástica participa da criação de diversas paisagens das aventuras d’A Família do Bebê.

  • ESCAPE – A DANÇA DOS LOUCOS (1998)
  • ORLANDO’S (1996)

Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Melhor Bailarina, Melhor Iluminação e Melhor Figurino.

  • LAUTREC… FIN DE SIÈCLE (1993)

Troféu Quero-Quero de Melhor Espetáculo.
Prêmio Açorianos de Cenário e Iluminação.

“A mais criativa surpresa de 93 aconteceu com o teatro dançado: Lautrec…fin de siècle. Com ela o Terpsí – Teatro de Dança, sob direção de Carlota Albuquerque, fez um belo e surpreendente trabalho gestual-coreográfico em torno da belle époque. Pleno de liberdade pós-moderna, sugestão visual e renovação da linguagem cênica. Umas estampas dinâmicas e evocativas, inspiradas e mágicas. Projetou o nome de Carlota Albuquerque como talentosa dublê de encenadora e coreógrafa”.

Cláudio Heeman (Crítico Teatral – Jornal das Artes Cênicas, RJ)

  • QUEM É? (1989)

Prêmio Açorianos Especial de Dança, Troféu Quero-Quero de Melhor Espetáculo.

“Quem é? dá um quadro específico, particular de uma realidade, de uma pesquisa. Eu acho que cada cena, cada quadro, trabalha com múltiplas coisas, é bem a face da modernidade”.

Marcos Bragato (Crítico de Dança e Curador do Cento Cultural São Paulo)

  • AS TRÊS PARCAS (1988)
  • AS QUATRO ESTAÇÕES (1987)
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